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sábado, 6 de dezembro de 2014

Quem foi Baal?

Quem foi Baal?

Saiba quem era esse espírito maligno e como ele atua ainda nos dias de hoje


No Monte Carmelo ocorre um desafio. De um ladoElias, o profeta de Deus, do outro, 450 profetas de Baal mais 400 de Aserá. Todo o povo de Israel espera pelo resultado do duelo – eles querem saber quem é o verdadeiro Deus. O povo já deixou o coração se corromper pelos costumes errados do rei Acabe. Mas Elias está ali para restituir a aliança de Deus com o Seu povo.

Bíblia narra a passagem acima no primeiro livro de Reis, capítulo 18, que conta que Deus fez descer fogo do céu para consumir o holocausto, confirmando Seu poder. Porém, esse trecho da história gera um questionamento: mesmo conhecendo a autoridade do Altíssimo de outras ocasiões no passado, o que levaria o povo de Israel a abandonar totalmente a fé no verdadeiro Senhor?
O livro de 1 Reis relata que Acabe era filho do rei Onri, uma pessoa má diante do Criador, o qual fez pior do que todos os reis antes dele. Porém, quando Acabe assumiu o reinado, fez maldades piores do que as de seu pai, e ainda casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios – também conhecidos como fenícios. Jezabel ergueu o altar de Baal, que, na verdade, tratava-se de um espírito maligno entre os israelitas.
O deus dos povos de Canaã
Quando o povo de Deus encontrou a Terra PrometidaCanaã, vários povos já habitavam o lugar e tinham um culto aos seus deuses – um deles era Baal. Esses povos eram os cananeus, os filisteus, os moabitas, os amorreus, os ferezeus, os amonitas, entre outros. Por cada povo ter uma versão própria de Baal, deu-se o nome de Baalim ao seu plural.
Pelo fato de o povo de Deus ter de compartilhar a mesma terra com esses povos, frequentemente, como narra o Antigo Testamento, deixavam se corromper com a cultura da região. Em 1928, na cidade de Ugarit, localizada no atual norte da Síria, uma obra chamada “Ciclo de Baal” foi encontrada em um sítio arqueológico. A obra contava a lenda de Baal, que se tratava de uma referência ao ciclo de colheita, segundo os pesquisadores.






Na narrativa imaginária, Baal era filho de Dagon e pai de Asterote, outros deuses da cultura de Canaã. Vários nomes desse período eram compostos com o termo “baal”, como por exemplo, Etbaal – o pai de Jezabel –, Aníbal – um general cartaginês –, Asdrubal– um dos comandantes de Aníbal.
Os cultos a Baal, assim como à Asterote e outros deuses, eram marcados por sacrifícios de crianças,queima de incenso, sacerdotes cortando o próprio corpo e apelos sexuais, o que fazia com que, obviamente, o povo de Israel se distanciasse dosensinamentos de Deus. Isso custou muito caro para os israelitas nos tempos do profeta Elias, porque uma grande seca veio sobre eles, causando miséria.
Baal nos dias de hoje
Embora o culto a Baal tenha ficado restrito aos tempos bíblicos, atualmente seus preceitos ainda são seguidos por muitas pessoas, e talvez elas nem saibam do pecado que cometem. Quando alguém se envolve com orgias e prostituição, coloca algo acima de Deus em seu coração (um bem material ou um relacionamento, por exemplo) ou simplesmentese se distancia da presença do Senhor, consequentemente age como os adoradores de Baal do passado. E, certamente, sofrerá as consequências desse erro.
Por isso, é importante ter consciência de que quando você se entrega às vontades do mundo e cultiva opecado, está agindo igual ao povo de Israel que negou a Deus. Então, enquanto há tempo, busque a presença do Senhor Jesus.

UNIVERSAL comemora aniversário da unidade da Fundação CASA Fênix.

E dia de festa! Parabéns


Comprovadamente sete e o número da perfeição, pois foi neste período que Deus criou o mundo é tudo que nele há, e a Fundação Casa Fênix completou 07 anos na última segunda-feira 06/10 com a gestão da Sra. Rosana.  


O evento teve a abertura com uma mensagem de fé e esperança do Pr. Geraldo, que engajou um bate papo com a ex-sensitiva  Marta Alves falando sobre sua história de vida, que teve momentos difíceis por conta da escolha de se entregar a espíritos malignos e fazer rituais para prejudicar outras pessoas.
Marta relatou que fazia tudo pois tinha a esperança de receber o poder que tanto prometiam, que teria uma vida próspera e feliz.   Mas nada disse aconteceu ao contrário somente sofrimento e dor.  Várias perguntas foram feitas pelos garotos pois muitos deles também já passaram por esta experiência. 
Porém Pr. Geraldo explicou sobre a importância de ter uma aliança com Deus par que tenham o livramento do mal e direção par fazer as melhores escolhas.

 Fez uma oração para libertação de todos os vícios e para que o Espírito Santo guardasse a cada um.


Em seguida a primeira tecladista e cantora da Igreja Universal do Reino de Deus  Cristina Miranda alegrou ainda mas a manhã com suas canções.

Enfim, saímos daquela unidade com a sensação de dever cumprido e que nosso carinho e afeto ficou na memória dos garotos e respectivos familiares.

sábado, 27 de setembro de 2014

Ver e ouvir espíritos é normal?

Ver e ouvir espíritos é normal?

Para alguns, isso é loucura; para outros, um dom. Saiba o que está por trás dessas experiências














Algumas pessoas podem considerar o fato de ver e ouvir espíritos um dom, mas, para muitos, é uma experiência desesperadora. Que o diga Juraci Rodrigues de Oliveira, de 45 anos, que aos 9 anos começou a ter experiências paranormais. Ele conta que escutava assobios sem ter ninguém perto dele. Quando isso acontecia, ele sentia arrepios e um forte calor.
Com o passar do tempo, as experiências evoluíram para um estágio mais assustador. “À noite, eu via um caixão com um defunto na porta do meu quarto”, lembra.
Para tentar se livrar do suposto dom, na adolescência, Juraci passou a assistir cerimônias místicas, mas, em vez de melhorar, a situação piorou. “Passei a ter febres súbitas e, quando isso acontecia, aparecia um espírito de uma pessoa com cabelos longos. De repente, esse espírito se transformava numa espécie de rolo compressor enorme e bem peludo e tentava passar por cima de mim. Era desesperador.”
Porém, os fenômenos sobrenaturais não se limitaram apenas a Juraci, mas envolveu toda a família. Um dia, quando o meu pai foi conhecer um local onde pessoas recebiam espíritos, uma delas, que nem o conhecia, incorporou o espírito de um morto dizendo que haviam feito um feitiço para que ele ficasse louco, minhas irmãs se tornassem prostitutas e eu e meus irmãos bandidos”, revela.
O mais impressionante é que tudo o que a força espiritual disse aconteceu. “Foram três anos de sofrimento com toda a loucura do meu pai, que só teve fim quando ouviu no rádio a programação da Universal dizendo que para todos os problemas existia uma solução. Ele foi ao templo e depois me levou. Recebendo orações de desobsessão, com o passar do tempo, ele voltou a ser lúcido.













Já Juraci demorou para se livrar das perseguições espirituais, que a cada dia pioravam, atentando até contra a própria vida. “Eu comecei a usar todos os tipos de drogas, praticava pequenos furtos, bebia e fumava. O tempo todo era perseguido pelo espírito de um homem com uma capa preta. Tentei me matar diversas vezes. Até que decidi ir à casa de um primo e na volta me matar. No caminho, encontrei um grupo de voluntários da Universal, que perguntaram se poderiam conversar comigo um instante. Na mesma hora comecei a chorar e contei tudo o que estava para fazer. Perguntaram se eu aceitava uma oração e eu aceitei ali mesmo. Voltei para casa e o desejo de me suicidar sumiu. Passei a ter nojo das drogas. O espírito que me atormentava também sumiu. Foi como se minha mente recebesse uma luz poderosa. Os pensamentos de morte deram lugar aos de vida”, finaliza.
"A maioria das pessoas que tem esse problema acha que o espírito está fora, na casa, na rua, quando, na verdade, está dentro delas e, por isso, para onde ela vai, ele a acompanha. Alguns são hereditários, já estavam na família e foram passando de geração a geração. Mas lá na frente eles farão o que vieram fazer: destruir. A solução é participar das correntes de libertação, às terças-feiras, em uma Universal", explica o bispo Francisco Decothé.



Uma maquete do Templo de Salomão feita pelos jovens internos da Fundação CASA  com dobraduras de jornais,











A Fundação Casa   também participa do Jejum de Daniel .Recebeu nesta última terça-feira voluntários da UNIVERSAL, que levaram uma noite toda especial. 



 Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação, houve um grande clamor pelo derramamento do Espírito Santo, no qual cada adolescente, buscou com todo fervor pelo novo nascimento.

em seguida o Pastor Geraldo Vilhena deu uma palavra sobre o significado da Santa Ceia, que através do pão e do suco de uva após apresentado os elementos para o Senhor Jesus fica abençoado, e é feito em memória do sacrifício dele na cruz cruz do calvário. na medida que cada um participava houve uma alegria da parte de cada adolescente, e algumas famílias também presentes participaram da Santa Ceia.









Houve a determinação do Batismo do Espírito Santo.


Em seguida os adolescentes foram encaminhados para cumprir as escrituras sagradas sobre o batismo nas águas, o Pastor Geraldo Vilhena explicou o significado sobre o batismo nas águas e sobre a importância do novo nascimento, de levar uma vida reta longe das más companhias, e ao todo foram batizados seis jovens, que aceitaram ao Senhor Jesus.





Já na saída um adolescente surpreendeu ao Pastor Geraldo Vilhena com uma maquete do Templo de Salomão que fez com dobraduras de jornais,




para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado pela Igreja Universal do Reino de Deus na Fundação Casa de São Paulo..

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

É possível conversar com pessoas que já morreram?

É possível conversar com pessoas que já morreram?

Acompanhe a história de Islaine e saiba que esse fenômeno é muito mais que um suposto dom


A perda de um ente querido é irreparável. Diante dessa fragilidade, muitas pessoas acreditam estar sendo guardadas por seus mortos. E não são poucas as que afirmam ter contato com familiares falecidos. Para elas, esse é um dom, uma bênção e até mesmo um consolo. Mas existe mesmo possibilidade de conversarmos com os mortos?


A corretora de seguros Islaine Pinheiro, de 33 anos, conviveu muito tempo com o que achava ser um dom, mas a suposta dádiva trouxe a ela vários tormentos. “Minhas experiências paranormais tiveram início quando eu tinha 7 anos, com presságios durante os sonhos, mas as coisas pioraram quando meu avô já falecido passou a me visitar. Ele sempre trazia más notícias, como certa vez em que meu pai quase morreu em um acidente de carro. O espírito prometia que cuidaria de meus familiares, o que nunca acontecia”, revela.
O suposto “poder” de ver o futuro, na maioria das vezes, sempre se manifestava de forma negativa, isto é, anunciava apenas as coisas ruins que iriam acontecer com as pessoas que a cercavam. Isso se tornou tão comum para a jovem que até na escola os colegas pediam revelações. “Minha infância inteira foi marcada por eventos assim. Eu me sentia atormentada e não tinha paz.”
A mãe de Islaine ficava preocupada quando a filha lhe contava as visões, pois elas sempre se concretizavam. “Um dia minha mãe foi à Universal, era uma sexta-feira 13 e nessa data eu sempre era atormentada a noite inteira com pesadelos e aparições sombrias. Mesmo não tendo ido com ela, surpreendentemente tive minha melhor noite em anos.”












Mas a vida de Islaine mudou quando ela recebeu um presente. “Eu decidi ir à Universal e lá recebi o livro ‘Orixás, Caboclos e Guias – Deuses ou Demônios?’. Depois de ler, passei a olhar para aquela imagem que sempre me trazia informações de desgraças não mais como sendo o meu avô. Algumas noites após a leitura do livro, o espírito que dizia ser ele apareceu e eu pude comprovar se o que tinha lido era verdade. Eu o enfrentei, o expulsei e falei para que nunca mais aparecesse. A imagem se desfez e se transformou em um vulto horrível, que saiu gritando muito. Desse dia em diante, nunca mais vi nada disso. Estou livre do que me acompanhou durante anos”, finaliza.
"Os espíritos demoníacos se apresentam como um ente querido que já tenha falecido à procura de comunicação com seus familiares. Muitas vezes, pessoas são aconselhadas a invocar seus antepassados para resolverem um ‘problema’. Os demônios têm muitas maneiras para enganar os homens, mas Jesus está sempre pronto para libertá-los. Trecho extraído do livro "Orixás, caboclos e guias - deuses ou demônios?" do bispo Macedo.








Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de  beleza  para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.


Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo

Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento

Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa

Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.


Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.


Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa. 


Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos 

O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.


este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.



Jovens internas da Fundação CASA de Parada de Taipas recebem com muita fé os voluntários da UNIVERSAL

  Jovens internas da Fundação CASA de Parada de Taipas recebem com muita fé os voluntários da UNIVERSAL Neste último domingo as internas da ...